ANDES-SN: Chapa 1 - ANDES Autônomo e de Luta vence a eleição nacional
Autor: Assessoria ADUNEBData de Cadastro: 16/05/2018

A Chapa 1 – “ANDES Autônomo e de Luta” foi a vencedora da eleição nacional, para a diretoria do ANDES-SN, biênio 2018/2020. O resultado foi divulgado pela Comissão Eleitoral Central (CEC), nesta terça-feira (15). De acordo com os números computados, a Chapa 1 teve 8.732 e ficou com 51,71% dos votos. Já a Chapa 2 – “Renova ANDES”, teve 7.215, o que representa 42,73% dos votos. Brancos e nulos foram 5,57%.
De acordo com a coordenação da ADUNEB, o resultado das urnas demonstra que a maioria da categoria docente reconheceu o trabalho combativo e autônomo da atual gestão do Sindicato Nacional. O resultado do pleito, com vitória da Chapa 1, também se repetiu no âmbito da Regional Nordeste III, a qual estão inseridas as seções sindicais da ADUNEB e das demais Universidades Estaduais Baianas, entre outras. Os números da eleição na RN III foram 997 votos à Chapa 1 (50,82%) e 920 (46,89%) para chapa 2. Brancos e nulos somaram 2,29%. Na Uneb o resultado do pleito foi 268 votos para a Chapa 2 (53,60%) e 220 para a Chapa 1 (44,00%), com 2,4% de brancos e nulos.
A atual coordenadora da ADUNEB, Caroline Lima, é integrante da Chapa 1 e será uma das diretoras nacionais do ANDES-SN nos próximos dois anos. Para a professora, o processo eleitoral demonstrou que o Sindicato Nacional, além de ter diversas posições, também é democrático, pois garantiu que essas posições tivessem igualdade de condições na apresentação das chapas. “Fico muito feliz em fazer parte da chapa que se coloca contra a conciliação de classes, que defende a autonomia e independência do Movimento Docente em relação a governos, partidos e reitorias. Parte significativa da diretoria será de feministas de esquerda, temos mulheres e homens negros, docentes aposentados/as, da carreira EBTT, da população LGBT, o que indica a presença da diversidade de nossa categoria na diretoria eleita. Faremos a luta de classes, mas sem esquecer que nela também está contida a luta contra as opressões. Não se pode pensar em carreira nas universidades sem vencer o racismo, o machismo e a misoginia”, afirmou Caroline Lima.
