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Boletim ADUNEB (10 A 16 DE JULHO DE 2021)

Por Aduneb · Publicado em
 


ADUNEB REALIZA MESA-REDONDA NA ABERTURA DO SIMPÓSIO "A UNEB QUE TEMOS E A UNEB QUE QUEREMOS"


A ADUNEB dá prosseguimento ao Simpósio "A UNEB que temos e a UNEB que queremos: perspectivas de futuro em tempos pandêmicos" e promove mesa-redonda de abertura nesta segunda-feira, 19 de julho, às 19h. O encontro tem como tema "A universidade na defesa da vida, da ciência e contra o desmonte dos serviços públicos" e terá a presença do Reitor da UNEB, José Bites de Carvalho, do professor da Universidade Federal de Goiás, João Ferreira de Oliveira, e da Coordenadora Geral da ADUNEB, Ronalda Barreto. A mediação será do professor Luiz Ricardo Braga, Coordenador de Comunicação da ADUNEB. O link do GoogleMeet será enviado para os e-mails dxs professorxs por mala-direta e nos grupos de WathsApp da categoria. O acesso está sujeito à lotação da sala que comporta até 250 pessoas. A reunião será posteriormente disponibilizada no YouTube da seção sindical e divulgado nas redes sociais. 

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SOLIDARIEDADE DA ADUNEB À COMUNIDADE CIGANA PERSEGUIDA NA REGIÃO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

A ADUNEB manifesta solidariedade à comunidade cigana e, em especial, à comunidade que reside na região de Vitória da Conquista que, desde a última terça-feira (13), sofre com assassinatos e perseguições. Segundo uma nota de denúncia divulgada por mais de 40 entidades ligadas à questão cigana, a extrema violência é levada a cabo por integrantes da Polícia Militar. Movidos por preconceito e sede de vingança, assassinos fardados querem a desforra após a morte de dois soldados à paisana em um conflito com uma família cigana, a qual também teve as vidas de dois integrantes ceifadas.

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Bandeira cigana


NOTA DO FÓRUM DAS ADS SOBRE O DECRETO ESTADUAL DE RETORNO PRESENCIAL NA EDUCAÇÃO 

O Brasil se encontra no epicentro da pandemia da Covid 19, com 536 mil mortes e sem nenhuma perspectiva de aceleração da vacinação. Diariamente surge na CPI da COVID mais informações sobre superfaturamento e corrupção na aquisição de vacinas pelo governo federal. Cada vez fica mais claro que a política negacionista do governo Bolsonaro pouco se importa com a vida da população, procurando de todas as formas assegurar os lucros dos grandes empresários, não avançando no auxílio emergencial digno para os trabalhadores e trabalhadoras e não implementando um lockdown que contenha o avanço do vírus. Além disso, a pressão pela queda de Jair Bolsonaro aumenta nas ruas com a presença cada vez maior nos atos realizados por todo o país nos dias 29M, 13J e 3J, com possibilidade de um grandioso ato no próximo 24J.   

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 FRENTE BAIANA PELA EDUCAÇÃO TEM FORTE ATUAÇÃO CONTRA A PANDEMIA E A REFORMA ADMINISTRATIVA 

Com o intuito de aumentar a resistência à política genocida e ultraliberal de Jair Bolsonaro, a ADUNEB, em unidade de luta com outros sindicatos, tem levado às ruas campanhas contra a Reforma Administrativa, pela aceleração da vacinação e pelo Fora Bolsonaro.

Além das reivindicações da pauta interna da UNEB em defesa dos interesses da categoria docente, devido à complexa conjuntura de retrocessos, a ADUNEB atua também em outros espaços. A ação tem o respaldo das suas assembleias de base que entende como fundamental a força da unidade na luta contra o fascismo e a implementação das políticas neoliberais pelos governos Bolsonaro e Rui Costa. Um desses espaços é a Frente Baiana pela Educação, um coletivo que tem forte mobilização nas redes sociais. Por meio de duas campanhas, com perfis distintos, dialoga com a sociedade, transpõem os muros das instituições de ensino para proporcionar informação, conhecimento, senso crítico e romper preconceitos.  

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 Um dos cards da campanha Essencial é a Vida


AULAS SEMIPRESENCIAIS NA REDE PÚBLICA: AUTORITARISMO E NEGACIONISMO DO GOVERNO DA BAHIA 

Embora a vacinação da população tenha começado, de maneira tímida, a evidenciar a redução no índice de mortes no país, milhares de vidas ainda são ceifadas diariamente. Apesar do grave cenário, nesta terça-feira (13) o Governo da Bahia anunciou a retomada das aulas na rede pública estadual, de modo híbrido. O parâmetro estabelecido diz respeito à ocupação dos leitos hospitalares que está em 62%, ou seja, abaixo do índice de 75% informado pelo governo como necessário para retomar a alternância entre ensino presencial e por mediação tecnológica. Portanto, como o índice caiu, a medida irá contribuir para aumentar a ocupação dos leitos hospitalares. O que pretende o governo, com tal medida? Diz defender a vida dos cidadãxs baianos e cria espaço de aglomeração. Essa medida se aproxima, sem dúvida alguma, do negacionismo do governo Bolsonaro.

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