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ADUNEB-Mail 2013 – Edição 468 (14/05/13)

Por Aduneb · Publicado em
 
 
MD exige e governo acena com retomada das negociações
 
Na sexta-feira, 10.05, os professores das Associações Docentes (ADs), das quatro Universidades Estaduais da Bahia (Ueba), entregaram na Secretaria Estadual da Educação um documento consensual com a contraproposta salarial do Movimento Docente (MD), que rejeita à rebaixada proposta de reajuste salarial de 4% (leia aqui) sugerido pelo Governo e exige retomada imediata das negociações.
 
Após a exigência do MD, o governo Jaques Wagner entrou em contato com a diretora da ADUNEB e coordenadora do Fórum das ADs, Zózina Almeida, nesta segunda-feira, 13.05, para informar que até a próxima quinta-feira, 16.05, agendará nova reunião da mesa setorial. 
 
A contraproposta do MD entregue ao executivo foi o resultado das deliberações das Assembleias Gerais (AGs) das Ueba, acontecidas na semana passada (leia aqui). O documento é uma demonstração ao governo e a sociedade que as ADs sempre estiveram abertas ao diálogo e a negociação, desde que o executivo apresente uma proposta que atenda às necessidades e demandas da categoria. A remuneração docente tem que ser compatível com a importância da sua atividade: a formação de dezenas de milhares de cidadãos em todo o estado da Bahia.
 
Entre as deliberações das AGs que compõem a contraproposta entregue ao executivo, constam a aprovação da manutenção do indicativo de greve e a exigência de um pronunciamento do governo, até 14 de maio, sobre a retomada das negociações. Caso o governo se calasse, as ADs marcariam novas assembleias para discutir os próximos passos e até uma possível radicalização do Movimento Docente.
 

Entrega da contraproposta ao governo
 
 
ADUNEB recebe reunião extraordinária do Fórum das ADs
 
O Fórum das ADs, composto por professores das quatro Universidades Estaduais da Bahia, fez reunião extraordinária, sexta-feira, 10.05, no auditório da ADUNEB, em Salvador. A atividade teve como pauta a análise das assembleias gerais realizadas na semana passada pelas ADs, a construção de novas estratégias de mobilização e as ações da campanha de mídia, que denuncia o descaso do governo Wagner com a carreira docente e a educação pública superior. 
 
Entre as atividades planejadas que ganharão as ruas são previstas ações de mobilização nos Campi, criação de novas faixas, banners, spots de rádios, outdoors, notas públicas e produção de vídeos para veiculação nas redes sociais.
 
O momento exige participação intensa, com maior número de docentes nas assembleias e mobilizações. O processo de negociação na mesa setorial entrou em um momento crítico, o endurecimento das negociações, por parte do Governo, fez com que as AGs aprovassem o indicativo de greve. Diante dessa conjuntura é necessário que a categoria se faça presente e demonstre a força do MD, historicamente respeitado por suas lutas e conquistas trabalhistas. 
 

Professores discutem ações da campanha de mídia
 
 
CSP-Conlutas e Setorial LGBT participam da 4ª Marcha Contra a Homofobia em Brasília
 
No dia 15 de maio ocorre, pelo quarto ano consecutivo em Brasília – DF, a marcha contra a homofobia, que nesta edição terá como tema a laicização do Estado. 
 
Essa é a atividade política mais combativa do movimento gay nacional e tem se transformado em um ato do movimento de exigência e denuncia do governo de frente popular.  Esse evento é promovido pela ABGLT (Associação Brasileira de Gays Lésbicas e Transgêneros).
 
 O Setorial LGBT da CSP-Conlutas faz um chamado para que as entidades filiadas à central enviem delegações a Brasília, no próximo dia 15 de maio, para que possamos ter uma coluna que expresse o que temos acumulado na CSP-Conlutas no debate de combate a homofobia.
 
Fonte: CSP-Conlutas
 
 
Em nova ofensiva, governo retoma PL que privatiza as políticas públicas do país
 
Engavetado desde 2009 por pressão dos movimentos sindicais e sociais, o Projeto de Lei nº 92/2007 voltou à pauta da Câmara dos Deputados no final do mês de abril através de um acordo entre as lideranças, por pressão do Executivo. O PL 92/2007, que regulamenta a criação - e define as áreas de atuação - de fundações estatais de direito privado, é mais uma forma de privatizar as políticas públicas do país. 
 
O projeto nº 92/2007 seria votado no último dia 24 (quarta-feira), um dia após a apresentação do requerimento de urgência nº 7595/2013 para apreciação do projeto, mas, devido ao encerramento da sessão, não houve a votação. Agora, a previsão é que entre na pauta para ser votado em 15 de maio.
 
 
Fonte: ANDES-SN

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